Games podem ser arte?!

É essa pergunta que está sendo proposta num encontro no Museu de Arte Moderna de São Francisco neste fim de semana. Estão participando do evento Nolan Bushnell (criador do clássico e velho Pong), Will Wright (Sim City), artistas que usam a tecnologia como suporte, teóricos e críticos de arte. Mas não é só arte: o encontro também vai debater a violência nos games, mostrar um pouco da história do vídeo game – desde seus primórdios anos 70 –  e demos de novos jogos.

O criador do The Sims, que é um dos simuladores de maior sucesso da atualidade, acha que arte e games tem tudo a ver: Os dois meios têm a habilidade de modificar uma visão de quem os assiste, dando uma nova percepção do mundo ao seu redor. Sem falar que muitos dos artistas atuais cresceram jogando Atari e é natural que isso seja mais uma fonte de inspiração.  Não é de se estranhar que muitos músicos consagrados têm feito trilhas sonoras para games. Talvez a diferença, sugerem os debatedores, seja apenas econômica. Sony, Nintendo e Sega vendem milhões.

O simpósio  ArtCade: Exploring the Relationship Between Video Games and Art começou ontem e rola até hoje.

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