O berço do bebê

E a teoria das grades que aprisionam
Quando você esta grávida, suas questões fundamentais da vida mudam bastante. Em vez de Será que ele vai ligar? ou O que ele quis dizer com isso?, você passa a ter questões como: Ter babá ou botar na creche. E a mais freqüente de todas:  como vai ser o berço do bebê?
Você nunca pensou que fosse ficar debatendo o tópico berço com as suas amigas. E que isso fosse se tornar uma questão acalorada. Ou que fosse se despencar num sábado de manhã para um shopping afastado atrás de móveis direto do produtor. Ou mesmo se ver diante de dúvidas como: berço laqueado ou rústico?
Mas a maior polêmica berçal de todas aconteceu dentro do próprio 02 Neurônio. Tudo porque Jô defende uma postura anti-berço. Ela acredita que o berço é uma espécie de prisão e que desde do primeiro dia de vida dormindo naquele ambiente, o bebê se sentiria aprisionado. Então, a solução, segundo ela, seria comprar um futon para o bebê dormir. Futon é uma espécie de colchão japonês, mais pesado.
“Só que eu e Nina discordamos veementemente. Porque o bebê dormindo praticamente no chão, correria vários riscos, entre eles: ser atacado por um inseto; sair rolando pelo chão e bater a cabeça; aprender a andar (ou engatinhar) e sair sozinho pela casa, já que ele não teria as tais grades aprisionantes para detê-lo.”
Mas convicções sobre teorias infantis são fortes e mesmo depois de dias de discussão, ninguém mudou de opinião. E eu ainda estou em busca do berço ideal, com grades que aprisionem, mas que pelo menos tenham estilo.

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