A falta da palmada educativa e os relacionamentos contemporâneos

Por Raq Affonso

As palmadas educativas sempre foram usadas pelos pais. Quer dizer, alguns preferiam os beliscões educativos. Nós também já ouvimos falar da surra com “espada de São Jorge” educativa.

Mas isso tudo é passado. Beeem passado. Tipo coisa do tempo das nossas avós. Afinal, nascemos com a educação construtivista e o livro do Dr. Delamare. E nunca levamos umas boas palmadas. No máximo, um discreto beslicão.

E ok. Crescemos, tivemos relacionamentos e algumas de nós até procriaram (e vão poder dar palmadas educativas). Já os meninos…..

Tiveram seqüelas emocionais por falta das palmadas educativas. A falta de limite na infância acabou gerando uma dificuldade nos relacionamentos da fase adulta. Parece até papo de psicanalista, mas não é. São apenas os fatos.

Sabe aquele seu pretê que te trata meio mal? E você trata ele super bem? Mesmo sem ele merecer? Daí você se enche e resolve dar patadas. E o comportamento dele começa a mudar. Você então começa a tratar ele mega mal.

E ele apaixona. Por que? Por que?! O que fez essa mudança de comportamento? E aí a teoria se comprova. A falta de palmadas na tenra infância faz com que os homens queiram mulheres que os tratem mal. Bem mal. Talvez até lhes dê algumas palmadas.
E aí você pensa: tenho mais o que fazer do que dar palmadas emocionais educativas! E vai atrás dos pretês levados, aqueles que corriam das “espadas de São Jorge” educativas.

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