Sonhos

Não me lembro de quase nada. Meus neurônios, camaradas, que me amam acima de tudo, sopraram assim no meu ouvido:
– Esquece este bando de coisa pequena dita
Cabeças são para se ocupar de sentimentos, de sensações, das memórias e não de diálogos errados. São para se ocuparem de sonhos, seu habitat natural e único.
– Sonhos não são coisa de tola porra nenhuma – disseram eles – animadíssimos como sempre, contagiantes, mandando tudo às favas.
E eu me entrego. Sim meus amores, onde vocês quiserem ir, eu vou.

(Jô Hallack)

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