A humanidade é o plural do lugar comum

Pode ser qualquer uma. Musa do axé, porteira de boate, atriz de realityshow, comentarista econômica. Pode ser até uma mulher que o pai-de-santo jurou que era a reencarnação da Simone de Bevouir. Do Buda. Pode ser qualquer uma. É só a anestesia do parto passar para ela se encher de sinceridade e falar a frase mais clichê dos cromossomos XX.

“Eu nasci para ser mãe”.

Eu eu?
EU NASCI PARA BAILAR!

Danço bolero, danço samba, danço cha cha cha… Por que nasci, nasci para bailar….
Agora todo mundo gente!
Por que nasci, nasci para bailar!

(Jô Hallack)

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