O diabo verde

Parecia um homem, também parecia um garoto, mas depois que eu tirei a roupa é que eu percebi. Minha Nossa Senhora, eu estava de frente para o diabo. Ele mesmo, o chifrudo, o satanás, o belzebu. Só que dessa vez, adivinhem: era verde. Eu estava me deitando com o diabo verde. Era ele, sem dúvida, tendo como cavalo o indefeso corpo de um menino de boa família.

Mais, não digo.
Só que saí pisando leve, com meus sapatinhos vermelhos.

(Jô Hallack)

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