Os momentos Peggy Sue

Não é preciso ter um ataque cardíaco em uma festa de reencontro da escola (tem gente que vai mesmo nesse tipo de coisa?) para viver um momento de Peggy Sue, seu passado a espera. O filme. Francis Ford Coppola.

Você está ali, vivendo a sua vida meio mais ou menos quando algo vem como um filme bem colorido: o que teria acontecido com a sua vida se… Bem, a lista de “ses” é infinita, mas em geral está ligada a amores do passado. “Será que eu devia ter ficado com ele?” “Será que a minha vida seria melhor se a gente não tivesse terminado?”. “Será que eu fiz uma grande burrada e agora vou pagar para sempre?”

Você vê em flashes o que a sua vida poderia ter sido se você não. Bem, a lista de “nãos” é tão grande quanto a de “ses”. E nessa hora você não chega a ter um ataque cardíaco, mas um ataque de pânico é bem provável.

Estamos todos sujeitos a muitos momentos Peggy Sue nessa vida. Eles são inevitáveis. E eles passam. Mas a vertigem às vezes dura uns dias. Enquanto isso, um coro canta: “Peggy Sue, Peggy Sue”. E você tenta olhar para a sua vida e ter certeza (como se essa palavra fizesse algum sentido) de que você fez tudo certo. Ou não. (Nina Lemos)

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